15/01/2018

A Semana nº 44

Às 5h57 da manhã desta segunda, 15, recebi por e-mail esta notícia que certamente será uma das melhores do ano inteiro: meu curta-metragem Visitando os Tukano-Dessana está na seleção oficial do Cefalù Film Festival!!!

A terceira edição do evento acontece na cidade italiana de Palermo entre os dias 1 de junho e 31 de dezembro. Não tenho no momento maiores detalhes, apenas que meu curta é um dos 100 finalistas e que irá concorrer ao Prêmio Pino Scicolone, no valor de mil euros. 

É a primeira vez que um filme de minha autoria é selecionado para um festival no exterior!

=)


13/01/2018

Coisas do Mundo: Perspectiva



No próximo dia 19, o Trapiche Eliezer Levy, construído sobre o Rio Amazonas, na área central em Macapá, passará a contar com um complexo turístico. Leia mais sobre a programação no site do jornalista Chico Terra

Fiz esta foto do Trapiche no final da tarde de 9 de novembro de 2016, sobre a linha do bondinho que então se encontrava desativado. Na época, após uma reforma acontecida em meados daquele ano, a circulação  de pessoas no Trapiche só era permitida de segunda a sexta. 



11/01/2018

Balanço de 2017

Nunca fui muito afeito a publicar retrospectivas de ano, como contei aqui ao fazer o balanço de 2016. Igualmente venho evitando, mesmo privadamente, fazer "planejamento do ano". Em verdade, tenho metas de vida que independem de data - até porque se você for ver, amarrar metas a datas nem sempre faz muito sentido. Digamos que você se proponha a emagrecer 10 quilos em 2018. Se chegar 31 de dezembro e você perdeu 6, vai fazer o quê? Prosseguir no bom caminho, buscando completar os 4 que ainda faltam, ou abandonar a meta, apenas por ter chegado à "data-limite"? 

Pra mim, 2017 foi um ano bem diferente dos anteriores - em 2015 e 2016, viajei quase 22 mil km pelo Brasil. Já o ano passado teve uma divisão quase salomônica: passei o primeiro semestre em Belém e o segundo em Maceió (com uma ligeira "vantagem" para a capital de Alagoas, já que cheguei aqui em 29 de junho, tendo saído da capital do Pará dois dias antes, de ônibus - o que dá aproximadamente 2.100 km). Foi o primeiro ano desde 2010 em que não estive nenhuma vez em Macapá.


Cursos - Esta divisão do ano em partes iguais passadas em regiões diferentes não foi planejada para ser assim. Saí de Macapá ao final de 2016 pensando em ficar em Belém por pelo menos dois anos. O motivo principal foi meu interesse em fazer um curso de Comissário de Bordo. Ao mesmo tempo em que era uma tentativa (a última, espero!) de fazer algo sem ligação direta com Cultura, Arte e Comunicação, a possível-nova-carreira tinha sim sua ligação com Fotografia. Eu pensava nas possibilidades geradas pelo fato de ter uma escala mensal programada viajando pelo país, podendo usar as folgas para fazer fotos de paisagens, agendar ensaios etc. O curso de Comissário dura quatro meses, mas só consegui fazer o primeiro mês, por questões financeiras - além do curso em si, é necessário fazer uma série de exames, nem todos oferecidos pela rede pública de saúde. 

Além disso, parte do meu orçamento já estava comprometida com outra despesa relacionada a uma futura carreira aérea: o estudo de idiomas. Em janeiro, depois de uma vida como autodidata, fui estudar Espanhol em uma escola pela primeira vez. O teste de nivelamento encaminhou-me já para a etapa Avançada do curso, que comecei a fazer nas tardes de sábado ainda em janeiro; ao final do semestre, completei o curso. Já no Inglês, que eu não estudava formalmente há, talvez, 25 anos (!), o nivelamento me encaminhou para o nível Intermediário, o que significa(va) pelo menos mais dois anos e meio de estudo. Este fator, aliás, foi o principal para eu resolver não retomar o curso de Comissário - até ter a fluência que o mercado exige, já estaria com 48 anos, e sem experiência no ramo aéreo, e o que não faltam hoje no mercado são jovens com o curso e experiência, mandando muito bem no Inglês. Enfim, decidi abraçar de vez meu destino com a Cultura,  a Arte e a Comunicação, tudo que eu sempre fiz que deu certo estava ligado a pelo menos uma destas áreas. 

Minhas aulas de Inglês começaram em abril, aos sábados pela manhã. Consegui encarar dois meses de aulas o sábado inteiro; ao final de maio, optei por sair do Inglês, tanto por incompatibilidade com o programa lecionado quanto por questões administrativas com a escola. Mesmo não almejando mais ser comissário, lógico que vale a pena seguir com o Inglês (fotografar modelos internacionais é um dos meus planos a médio prazo), e opções de onde estudar não faltam. De modo que a vinda a Alagoas, pensada inicialmente apenas para o mês de julho (quando Belém literalmente pára), se transformou em uma mudança, sendo a primeira vez que moro fora da Região Norte nos últimos 7 anos. Por ora, a ideia é ficar aqui até final de maio, pelo menos. 

Rede - 2017 foi o ano em que pela primeira vez encomendei impressos para divulgar meu trabalho como fotógrafo, tanto em Belém quanto em Maceió. A rigor a estratégia em si não funcionou - no sentido de alguém que nunca ouviu falar de mim ver o cartão, me telefonar e me contratar ou ao menos marcar uma reunião. Os ensaios que fiz nas duas cidades foram encomendas de amigos ou acertadas a partir de contatos nas redes sociais (novamente com a liderança do Facebook). 

Foi também o ano em que criei uma rede de representantes que se destinava a captar clientes de ensaio para mim em outros estados. Contei com cinco pessoas fazendo isto, no Amapá, Mato Grosso, Rondônia (capital e interior) e Tocantins, de maio a setembro. Embora a rede não tenha gerado contratações, não abandonei a ideia: pretendo relançá-la este ano, com algumas modificações.



Editais - Um setor no qual posso dizer que as coisas vão bem é em relação a editais. A maior alegria neste campo foi a premiação que recebi no Edital Pauta Livre da Fundação Cultural do Pará, levando a exposição e a mostra de curtas As Tias do Marabaixo para a Galeria Theodoro Braga (Belém), durante um mês (março-abril) - o maior evento já dedicado a meu trabalho. Durante esse período, o cine Líbero Luxardo, também de Belém, exibiu um vídeo-convite da exposição, editado por mim. Ainda por edital, fui selecionado para expor fotos em Macapá e Florianópolis (abril).  

Já na área de Cinema, tive dois filmes selecionados para exibição em festivais: Tia Biló na MILC - Mostra Itinerante Livre de Cinema: Perspectivas Periféricas (Fortaleza, julho) e Visitando os Tukano-Dessana no Cine Tamoio (São Gonçalo, RJ, setembro). Este último curta foi finalizado em abril, a partir de material captado em novembro de 2015 no Amazonas, e está sendo mantido inédito na internet porque decidi priorizar a "janela" dos festivais (o período de 1 a 2 anos em que os festivais aceitam a inscrição de um filme), e alguns deles pedem ineditismo total, inclusive na internet.

O mais estranho em relação a editais foram três vezes em que "ganhei mas não levei". Uma foi de um edital ainda de 2016, mas para ser executado em 2017 - a 1ª Chamada Pública da Casa de Cultura Mario Quintana (Porto Alegre). Tive aprovada a exibição dos cinco curtas da série As Tias do Marabaixo. A CCMQ entrou em contato comigo por e-mail em 4 de janeiro, solicitando um telefone de prefixo 51 com o qual pudesse me contatar (o que é beeeem estranho, já que o edital era nacional). Respondi que eu mesmo poderia ligar, bastando eles me informarem um telefone. Não houve resposta; acabei pegando um número do site mesmo e liguei na semana seguinte; soube então que o responsável pelo edital estava de férias (o que não significa necessariamente que o edital deveria parar, não é?). Deixei recado para entrarem em contato, por e-mail que fosse, o que não aconteceu.

Outro caso no estilo foi o edital nacional de ocupação da Galeria Trapiche Santo Ângelo, de São Luís, para o qual propus uma exposição inédita com fotos da Lagoa da Jansen. Aqui os organizadores nem chegaram a me informar que eu fôra selecionado, eu é que descobri garimpando pela internet, em março, já um mês depois do anúncio do resultado. Houve alguma troca de e-mails pensando numa data para a mostra, mas isto não chegou a ficar resolvido até que a comunicação foi interrompida, ainda em março. De modo que eu achei arriscado preparar o material para expor em São Luís sem saber se a exposição iria acontecer, como de fato não ocorreu.

Enfim, lição aprendida: estou descartando os editais em que cabe ao artista uma série de gastos (impressão das fotos, confecção de moldura, transporte das obras, viagem para o local da exposição, eventualmente coquetel na noite de abertura etc), sem uma contrapartida financeira da instituição, e priorizando a inscrição em editais que ofereçam premiação em dinheiro para as exposições selecionadas.

Algo semelhante aconteceu com relação à Oficina de Cinema Independente, selecionada para a  Semana da Diversidade de Ouro Preto e Mariana, que aconteceu nessas cidades mineiras em novembro. Fui comunicado da seleção no final de outubro, porém posteriormente a organização do evento não fez nenhum outro contato. 

Resumo da ópera: fui selecionado em sete editais este ano. O resultado: três exposições, duas exibições de filmes em festivais e dois "vácuos". Só para comparar, em 2016 obtive duas seleções (a da CCMQ e da Mostra Cine Redemoinho, em Angra dos Reis), mas só comecei a me inscrever em editais a partir de setembro. 

Saldo final - Também tive fotos publicadas em jornais e sites de Macapá e Belém, no primeiro semestre, a maior parte em função de estar com a exposição d'As Tias na capital paraense. Fotos minhas também foram utilizadas para divulgação de shows em Macapá e Belém no primeiro semestre.

Um avanço foi a conclusão da edição do livro As Tias do Marabaixo, que desde novembro está com design pronto para a impressão; desde então, tenho inscrito o projeto em editais visando publicá-lo.

Quase ao final do ano, em novembro, resolvi investir na venda de fotos através de banco de imagens. Tive minha primeira foto aprovada para venda pelo Adobe Stock em 21 de dezembro, e desde então já tive meu trabalho aceito por mais 11 sites. Vários outros estão ainda analisando meu material (um deles, inclusive, está fazendo isso há quase dois meses!). Outra coisa que me permiti fazer, também no finalzinho de '17, foi legendar pela primeira vez um curta meu em Espanhol (olhaí como o curso já está demonstrando sua utilidade!); fiz isto para inscrever Tia Zezé no Encontro dos Tambores em um festival internacional. 

Considero o saldo do ano positivo, com excelentes realizações. Em relação aos problemas acontecidos, já identifiquei o que fazer visando um resultado melhor em 2018. E vamo que vamo! 


Fotos inéditas feitas em Maceió 
no segundo semestre de 2017


08/01/2018

A Semana nº 43


Em 26 de dezembro de 2017, o modelo Kaio Murillo publicou em seu Facebook pessoal sua retrospectiva do ano, escolhendo para ilustrar o post esta foto do Ensaio de Aniversário deste blog, onde aparece ao lado da colega Suzan Arraes

Fico muito feliz com o reconhecimento, com certeza tenho muito orgulho deste trabalho, um dos melhores do ano que passou e seguramente um destaque em minha já não tão curta carreira na Fotografia 

=)

15/12/2017

Belezas Naturais: Beija-flor em ação


Minha temporada inesperadamente longa - cheguei pra ficar 3 dias, só saí após 3 semanas - em São Luís, entre maio de junho do ano passado, serviu para pelo menos 3 coisas:

Decidi criar este blog, que coloquei no ar em 23 de junho, quando já me encontrava em Maceió;


Concluí enfim que é impossível fotografar um beija-flor em movimento (aliás, sempre que fotografo um beija-flor parado e mostro a foto a outras pessoas, a primeira coisa que ouço é: "Não é um beija-flor", como se essas aves jamais parassem um segundo sequer - risos).

Na tarde de 31 de maio - em que fiz também outra foto já destacada aqui no blog - filmei pelo menos dois beija-flores que vinham todas as tardes no jardim da pousada onde me hospedei. Soube que eram dois porque em dado momento ambos apareceram juntos (mas não consegui filmá-los em dupla). 

A foto que ilustra o post é um frame dessa filmagem. 


11/12/2017

Natalina (1932-2017)

Maria Natalina Silva Costa, a Natalina (27/2/1932-9/12/2017), foi um dos maiores nomes do Marabaixo do Amapá, sendo uma das homenageadas do meu projeto As Tias do Marabaixo.




Conheci Natalina primeiramente através de duas que a homenageiam - "A Beleza da Arte que Emana", de Enrico Di Miceli e Joãozinho Gomes, e "Mão de Couro", de Val Milhomem e Joãozinho Gomes, que incluí em meu curta-metragem Natalina, de 2015, na interpretação do grupo formado por seus familiares, o Berço do Marabaixo. Na abertura do filme, a própria Natalina interpreta um ladrão de Marabaixo de autoria de sua mãe, dona Gertrudes Saturnino, pioneira do Marabaixo no bairro da Favela, em Macapá. O filme já foi exibido nos estados do Amapá, Bahia, Pará, Rondônia e Tocantins. 

Natalina foi uma guerreira em prol do Marabaixo e da defesa de suas tradições durante toda sua vida. Após o falecimento de sua mãe, em 1974, passou a realizar em sua casa no bairro da Favela os festejos anuais do Ciclo do Marabaixo. O local hoje é denominado oficialmente Barracão Gertrudes Saturnino e abriga ainda uma biblioteca de mesmo nome, especializada em livros com o Marabaixo como tema. 

O barracão está intimamente ligado ao projeto As Tias do Marabaixo. Foi na biblioteca que gravamos a entrevista com Natalina, e foi no barracão que foram expostas pela primeira vez as fotos da exposição itinerante do projeto, em agosto de 2014. Natalina visitou a exposição duas vezes - uma no Barracão Gertrudes Saturnino, outra no Amapá Garden Shopping, em setembro de 2014. 

A foto que ilustra o post é inédita, foi feita no Barracão Gerturdes Saturnino em maio de 2015 e faz parte do livro de fotos As Tias do Marabaixo, cuja edição está concluída e que aguarda patrocínio para ser impresso.


06/12/2017

Vídeo: Maracatu Raízes da Tradição (Mãe Vera)

Nos dias 18 e 19 de novembro, acompanhei aqui em Maceió parte da programação do 1º Encontro de Maracatus de Baque Virado, realizado na Praça Multieventos, junto à praia da Pajuçara. 

Este vídeo, inédito, traz o final da apresentação do primeiro grupo a tocar no evento, no dia 18: o Maracatu Raízes da Tradição, de Mãe Vera. 

Mãe Vera (Veronildes Rodrigues da Silva), 59 anos, é mãe de santo e mantém este grupo de Maracatu no Conjunto Eustáquio Gomes. Por seu trabalho de toda uma vida preservando as tradições culturais, recebeu em 28 de novembro o Prêmio  Culturas Populares - Edição Leandro Gomes de Barros, do Ministério da Cultura, na categoria Mestres e Mestras.





Para saber mais sobre Mãe Vera e seu trabalho, recomendo o Blog do Sávio de Almeida, publicou em maio de 2016 um depoimento dela sobre sua trajetória como Yalorixá, além de ter publicado em janeiro de 2012 fotos de seu terreiro Abaçá de Angola Oya Bale - que, segundo a própria Mãe Vera informou ao site Cada Minuto numa reportagem sobre intolerância religiosa, significa, em iorubá, "casa aberta para todos".




02/12/2017

Belezas Culturais: Samba


Hoje, 2 de dezembro, é o Dia Nacional do Samba. Escrevi muito sobre o samba em meu primeiro site, o Brasileirinho, ao longo de seis anos (2002-08), tendo participado na Bahia, em 2007, de dois debates a respeito de suas origens. 

O samba também está presente em meu trabalho como fotógrafo. Trago aqui estas duas fotos de um grupo de samba de raiz que registrei ao participar de uma Festa de Cosme e Damião no Terreiro da Casa Branca, como é conhecido o Ilê Axé Iyá Nassô Oká, localizado no bairro da Federação, em Salvador, em 26 de setembro de 2015. 


30/11/2017

Um ano no Instagram

No domingo, 26, fez um ano que criei minha conta no Instagram. Abaixo, um print do meu perfil de quatro dias atrás. De lá pra cá, publiquei mais duas fotos e ganhei mais 10 seguidores. Meu número de seguidos caiu, para 7.500. 






Na verdade, embora eventualmente chegue a 7.501 ou 7.502, parece que o limite de pessoas que você pode seguir no 'Insta' é mesmo 7.500, embora eu nunca tenha lido isso em lugar nenhum. Ao menos foi após atingir esta cifra que não tenho conseguido seguir novas contas. Se alguém souber como resolver isto (ou mesmo se não há solução), por favor me avise. 

Em texto que publiquei aqui em julho sobre divulgação de trabalho fotográfico, falei de como o Instagram é de longe o site onde meu trabalho fotográfico consegue atingir mais gente, ao passo que no Facebook quem mais interage são meus amigos, e o blog tem uma audiência pequena (porém fiel - risos). Não há muito o que acrescentar ao que disse naquele artigo há 4 meses - inclusive continuo sem conseguir acessar o Direct :/ ... 
É uma pena que a abertura do Instagram para outras plataformas que não smartphones ou tablets não veio acompanhada dos mesmos serviços colocados à disposição de quem tem o acesso móvel. 

Ainda para mostrar como o Instagram de fato domina seu mercado, quero contar que um dia antes de completar meu "instaversário" (risos) mandei mensagem a uma grande modelo asiática, para que ela me indicasse sites confiáveis que conectem fotógrafos com modelos, já que eu estava desistindo de vez de usar o Model Mahyem (desativei novamente minha conta lá, e desta vez creio que não retorne). Ela me respondeu:

Agora eu uso apenas Facebook, Instagram e Purple Port

De fato, na categoria o Purple Port me parece o melhor site. A lamentar, apenas, que haja poucos profissionais de fora da Europa por lá (predominam as contas britânicas). Mas quem sabe isso possa mudar, não é? Para quem tem curiosidade, convido a clicar neste link para conhecer o "PP", como o chamamos na intimidade. 

27/11/2017

Belezas Culturais: Estátua de Mãe Preta



Na praça 13 de Maio, bairro do Poço, em Maceió, existe uma estátua em homenagem à Mãe Preta. 

O pedestal do monumento tem uma placa com a seguinte inscrição:

Os maceioenses à Mãe Preta pelo muito que devemos a ela.

13 - 05 -1968

Administração Divaldo Suruagy

(Suruagy era o prefeito de Maceió na ocasião)

Pesquisando na internet, não consegui descobrir o autor da escultura, caso alguém souber e puder me informar, agradecerei e atualizarei o post. 

Fiz as fotos em 24 de agosto, com a Nikon S3500.